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Trio é detido suspeito de matar sargento da PM em Betim (MG)

Polícia Civil ainda investiga a motivação do crime e a participação de outras pessoas 

Minas Gerais|Do R7 com Record Minas

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Trio foi detido após a polícia rastrear o celular do militar
Trio foi detido após a polícia rastrear o celular do militar

A PM (Polícia Militar) e a Polícia Civil prenderam no último domingo (10) dois jovens e apreendeu um adolescente suspeitos de envolvimento no assassinato de um sargento. O crime aconteceu há aproximadamente um mês e o corpo de Bruno Marcelo Porto foi encontrado abandonado em uma estrada de terra em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Segundo a PM, inicialmente, os policiais prenderam Gustavo Henrique de Almeida, de 18 anos. Ele foi detido em uma passarela sobre a BR-381, na altura do bairro Riacho em Contagem, também na Grande BH. Conforme as investigações, Almeida seria o autor dos disparos que mataram o sargento no dia 11 de março deste ano.


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Após a prisão, o jovem confessou ter efetuado os disparos com a arma do próprio militar e também entregou um adolescente, que também teve participação no crime. Ele foi detido na casa de Ricardo Nunes Teixeira, de 23 anos, onde a PM localizou um revólver calibre 32, uma espingarda de pressão, um revólver calibre 38, além de maconha, cocaína e dinheiro. Ainda no imóvel, os policiais encontraram cinco aparelhos de celular, entre eles o do sargento morto.

De acordo com o delegado Otávio Luiz de Carvalho, os policiais chegaram aos suspeitos do crime após rastrear o celular da vítima. No entanto, a arma do policial ainda não foi recuperada e os detidos não informaram onde ela estaria.


Ainda conforme o delegado, o suspeito alegou ter matado o sargento porque este teria prendido-lhe em data anterior. No entanto, a Polícia Civil ainda investiga a motivação do crime e acredita que o militar pode ter sido assassinado a mando de outra pessoa.

— A informação ainda não é concreta. Não podemos afirmar com convicção de que isso seja verdade. Então, nós vamos apurar isso melhor essa questão porque pode, inclusive, se tratar de um crime de mando.

O sargento Bruno Marcelo Porto foi assassinado com dez tiros e o corpo dele apresentava sinais de tortura. Já os suspeitos presos tinham passagens pela polícia por furtos, roubos, homicídios e tráfico de drogas.

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