'Não existe perdão para mim', diz pai de Liana, morta por Champinha
Ari Friedenbach conta o caso, mas também fala sobre maioridade penal e as mudanças em sua vida
Arquivo Vivo|Do R7 e Percival de Souza
Em entrevista a Renato Lombardi, o advogado Ari Friedenbach, pai de Liana, que foi morta há 20 anos por Champinha, comentou o caso: "Eu não perdoo em hipótese nenhuma", disse, sobre os criminosos.
Para ele, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) deve ser debatido, principalmente em casos em que o infrator possui distúrbios mentais, como sociopatia e psicopatia. Aqueles que possuem tais condições devem ser colocados em unidades separadas dos demais detidos.
Além disso, ele acredita que a maioridade penal não deve ser reduzida, e a legislação deveria ser mais clara em relação a crimes hediondos quando cometidos por menores.
Quando questionado sobre a filha, ele revela que não pode pensar nela todos os dias. "Vem muita saudade. Não dá para deixar de pensar quem seria ela hoje", completou.














