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Flávio Bolsonaro e PL querem presidência do Senado e negociam apoio

Partido usa negociações pelas presidências da Câmara e do Senado para articular alianças para o segundo turno

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Rogério Marinho lidera negociações para apoio ao candidato Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
  • Partido Liberal (PL) busca garantir a presidência do Senado Federal com Rogério Marinho como candidato.
  • PL negocia alianças para o segundo turno, visando o comando das duas Casas do Congresso Nacional.
  • PL não apoiará atuais presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado para manter o controle do Congresso.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República Vittor Sales/Flickr Flávio Bolsonaro - 29.09.2026

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, tem liderado uma rodada de conversas com legendas que ainda não formalizaram apoio ao candidato do PL. A expectativa do partido é que as negociações sejam concluídas até a próxima quinta-feira (8).

Marinho vem se reunindo diretamente com os presidentes dos partidos. Entre os encontros agendados, haverá uma conversa com o presidente do Republicanos, o deputado federal reeleito Marcos Pereira.

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Além da aliança para a disputa presidencial, as tratativas envolvem diretamente o comando das duas Casas do Congresso Nacional. A partir do ano que vem, o Partido Liberal contará com as maiores bancadas do Legislativo: 28 senadores e 120 deputados federais. Com essa força, a meta da legenda é garantir a presidência de uma das Casas; a prioridade é o comando do Senado Federal, com a candidatura do próprio Rogério Marinho.

Embora o comando do PL adote um tom reservado em declarações públicas após o primeiro turno, uma das prioridades centrais da bancada para a próxima legislatura é o avanço do pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

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Em relação à Câmara dos Deputados, a estratégia do PL pode incluir o apoio à candidatura de um aliado do centrão em troca da consolidação do bloco. Internamente, o partido já definiu que não apoiará as eventuais candidaturas dos atuais presidentes da Câmara, deputado Hugo Motta, e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para se manterem no comando do Congresso Nacional.

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