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Entre o quentão e o protesto: as festas juninas que dançam e denunciam

Quadrilhas juninas encantam com música, cores e tradição, mas também levantam reflexões sociais

Chá de Ideias|Do R7

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Junho é mês de festa no Brasil, especialmente no Nordeste, com os tradicionais festejos juninos de Caruaru e Campina Grande, que movimentam mais de R$ 7 bilhões. Além da culinária típica — como pamonha, canjica e arroz doce —, a temporada é marcada por música, dança e pelas coloridas quadrilhas. Este ano, a quadrilha alagoana Amanhecer do Sertão se destaca ao usar o espetáculo para abordar a violência contra a mulher, mostrando como a cultura popular também pode ser espaço de reflexão social.

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Ilana Trombka é diretora-geral do Senado Federal desde 2015. Mestre em Comunicação Social e graduada em Relações Públicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), também tem especialização em Direito Legislativo pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). Ainda é doutora em Administração de Empresas pela EAESP-FGV. Foi finalista do Prêmio Viva 2018 e vencedora de duas edições do Prêmio Opinião Pública (POP).

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