Corredores aéreos sobre terra Yanomami foram desativados
Somente aeronaves militares ou a serviço dos órgãos públicos envolvidos na Operação Yanomami poderão sobrevoar região, desde que previamente submetidas ao processo de autorização de voo
Luiz Fara Monteiro|Do R7

Atendendo decisão interministerial, a Força Aérea Brasileira (FAB) desativou os corredores no interior da Zona de Identificação de Defesa Aérea (ZIDA), estabelecida no espaço aéreo em terra indígena Yanomami, desde às 21h, horário de Brasília, desta quinta-feira, 6 de abril.
Desta forma, volta a ser proibido o tráfego aéreo na área vermelha da ZIDA, do solo até o nível 055, à exceção de aeronaves militares ou a serviço dos órgãos públicos envolvidos na Operação Yanomami, desde que previamente submetidas ao processo de autorização de voo.
Em consequência, todas as aeronaves que descumprirem os requisitos e regras estabelecidas estarão sujeitas às medidas de policiamento do espaço aéreo.
Dentro da Operação, a fim de possibilitar um melhor controle dos tráfegos aéreos, foi implantada pela Força Aérea Brasileira a Zona de Identificação de Defesa Aérea (ZIDA) no espaço aéreo da Região Norte, com base no Decreto Presidencial N° 11.405/2023. A ZIDA foi dividida em três áreas: uma área reservada (Área Branca); uma área restrita (Área Amarela); e uma área proibida (Área Vermelha), esta última coincidente com a reserva Yanomami.
As regras estão normatizadas pela FAB por meio de NOTAM (do inglês Notice to Air Missions), que informa a comunidade aeronáutica sobre a operação.














