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Luiz Fara Monteiro

FedEx retomará voos após acidente que deixou 15 mortos com avião do mesmo modelo

Aeronaves estavam sem voar desde novembro, quando um trijato da UPS explodiu durante a decolagem, matando tripulantes e pessoas em solo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A FedEx irá retomar voos com aviões MD-11F, após o acidente com a UPS que matou 15 pessoas.
  • A Administração Federal de Aviação (FAA) havia suspendido os voos do modelo devido a riscos identificados no motor.
  • O acidente ocorreu em novembro, quando um MD-11 da UPS perdeu um motor e colidiu com armazéns durante a decolagem.
  • O retorno dos voos da FedEx visa aumentar a capacidade operacional em resposta à crescente demanda de comércio eletrônico.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Trijato MD11F: retorno às operações na FedEx Cory W. Watts via Wikimedia Commons

Cinco meses depois de um acidente com um MD-11F da companhia aérea UPS que vitimou 15 pessoas, outra empresa especializada no transporte de cargas — a FedEx — anuncia que voltará a voar com seus modelos semelhantes ao avião acidentado, fabricado pela McDonnell Douglas, segundo informações da Cargo Facts.

Após investigações e inspeções preliminares da aeronave, a Administração Federal de Aviação (FAA) determinou que todos os MD-11 fossem impedidos de voar, citando riscos no motor que poderiam comprometer a integridade do jato.


Foi uma medida de precaução até que um relatório detalhado fosse concluído e se provasse a segurança em seguir as operações com o modelo.

Em 4 de novembro, o voo 2976 da UPS com destino a Honolulu perdeu o motor esquerdo durante a decolagem da pista 17R, desviou para a esquerda e atingiu armazéns logo após a decolagem, explodindo com o impacto.


A aeronave vitimou os três pilotos, além de outras 12 pessoas em solo, totalizando 15 mortes.

A reativação dos MD-11 de sua frota garantirá que a FedEx tenha aeronaves adicionais disponíveis para seus serviços e melhorará a capacidade em meio à demanda contínua do comércio eletrônico e às restrições da cadeia de suprimentos.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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