Aditivo alimentar pode reduzir pela metade o gás poluente do arroto da vaca
Parceria entre indústria e ciência avança na redução de metano na pecuária
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A mitigação de metano segue como um dos principais desafios da pecuária global. No Brasil, um estudo inédito conduzido pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP), em parceria com a Minerva Foods e a Rumin8, apontou que o uso de um aditivo alimentar pode reduzir em 50,4% as emissões de metano entérico — produzido pela digestão e arroto do gado —, além de elevar em 5% a eficiência de conversão alimentar.
“Ficamos satisfeitos em fazer parceria com a Minerva e a ESALQ/USP para avaliar a capacidade da Rumin8 de mitigar o metano e seu impacto no desempenho animal em um ambiente que simula uma operação comercial de confinamento brasileira”, afirmou David Messina, CEO da Rumin8.
Os ganhos não se limitam à redução absoluta das emissões. A intensidade de metano por quilo de ganho de peso caiu de 77,2 g/kg para 39,6 g/kg, enquanto a redução total estimada atingiu 29,8 toneladas de CO₂ equivalente — números que ainda passam por verificação independente, mas já indicam consistência técnica.
“O estudo destaca o potencial da inovação e da colaboração entre indústria, ciência e tecnologia para abordar um dos desafios mais urgentes na agenda climática do setor pecuário”, afirmou Marta Giannichi, diretora global de Sustentabilidade da Minerva Foods.
Em um setor pressionado por produtividade e exigências ambientais, iniciativas como essa sinalizam um caminho pragmático: soluções que não apenas reduzem emissões, mas também entregam eficiência. E, cada vez mais, esse caminho passa por parcerias estruturadas entre academia e mercado.
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