Caso Henry Borel: defesa de Monique Medeiros pede prisão de diretora de presídio
Acusada pela morte do filho será julgada no mês que vem
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Os advogados de Monique Medeiros da Costa e Silva protocolaram nesta segunda-feira (10) uma manifestação no processo que tramita no II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, pedindo a prisão da policial penal Renata Batista, diretora do Instituto Penal Talavera Bruce, por descumprimento de decisão judicial.
Monique está presa preventivamente há quase cinco anos e será julgada no dia 23 de março. Ela é acusada pela morte do filho Henry Borel, em 2020.
No pedido, os advogados alegam que a direção da unidade prisional estaria impedindo reuniões reservadas entre a ré e sua equipe jurídica, apesar de ordem judicial para disponibilização de sala privada para atendimento.
Segundo a defesa, os encontros estão sendo realizados apenas em parlatório coletivo, o que, na avaliação dos advogados, comprometeria a confidencialidade necessária para a preparação do julgamento.
Eles afirmam ainda que o corréu no mesmo processo —o ex-vereador Jairinho— teria acesso a sala reservada em outra unidade prisional do estado.
Os defensores pedem a decretação da prisão da diretora por supostos crimes de desobediência, prevaricação e abuso de autoridade.
A defesa também requer a conversão da prisão preventiva em domiciliar com monitoramento eletrônico. Entre os argumentos apresentados estão a alegada dificuldade de preparação para o júri e um episódio de agressão sofrido por Monique dentro da unidade prisional, que é objeto de investigação.
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