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Quarta Instância

Entenda por que Cármen Lúcia brincou com Nunes Marques sobre ele votar antes dela no STF

Cármen e Nunes são, respectivamente, presidente e vice-presidente no Tribunal Superior Eleitoral, e ministro precisava voltar a Brasília

Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em Brasília, e Clébio Cavagnolle, da RECORD Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A ministra Cármen Lúcia pediu que Nunes Marques votasse antes dela durante sessão do STF.
  • Nunes estava em Belém para audiência sobre inclusão de povos originários no processo eleitoral.
  • Cármen fez a brincadeira para garantir o quórum, já que a votação era importante para o TSE.
  • O TSE analisará recurso sobre a cassação do senador Jorge Seif por suposto abuso de poder nas eleições de 2022.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Cármen Lúcia arrancou risadas dos colegas ao dizer que precisava "zelar pelo quórum" da sessão no STF Marcelo Camargo/ Agência Brasil - Arquivo

Em sessão de julgamentos no STF (Supremo Tribunal Federal), nesta quarta-feira (11), a ministra Cármen Lúcia pediu a palavra e afirmou que o ministro Kassio Nunes Marques poderia votar antes dela, porque ele precisava voltar a Brasília.

Cármen e Kassio são, respectivamente, presidente e vice do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Ele está em Belém para uma audiência pública a respeito da inclusão dos povos originários do Brasil no processo eleitoral. Nunes Marques votaria na sessão, mas teve um problema técnico, o que o fez ceder a vez ao ministro Dias Toffoli.


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Depois do voto de Toffoli, a ministra fez o apelo: “Se o ministro [Nunes Marques] puder votar antes de mim... Tenho de zelar pelo quórum e, se ele não votar, pode não chegar a tempo [em Brasília]”, disse Cármen Lúcia, arrancando risadas dos colegas.

Julgamento de senador

A brincadeira ocorreu porque, nesta quinta-feira (12), o TSE vai retomar a análise do recurso que pede a cassação do mandato do senador Jorge Seif (PL-SC) por abuso de poder econômico nas Eleições de 2022.


Na última terça-feira (10), o relator do processo, ministro Floriano de Azevedo Marques, manteve a decisão pela rejeição das acusações.

No voto, o relator confirmou integralmente a decisão do TRE-SC (Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina), a qual rejeitou a Aije (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) que acusa o senador e os respectivos suplentes de cometer a conduta ilícita no pleito.

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