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A estratégia de Flávio Bolsonaro sobre ‘corte de vídeos’ para apoiadores

Campanha de Flávio adota estética bolsonarista em plataforma com lives 24h e distribuição de cortes a apoiadores

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro lança campanha para eleições de 2026 com transmissões ao vivo 24h em canal chamado "TV Celular".
  • Estética bolsonarista é mantida, com apresentadores usando papel e caneta bic, semelhante às transmissões do ex-presidente.
  • Material é dividido em cortes menores e distribuído a apoiadores para publicação nas redes sociais.
  • Estratégia é similar à de Pablo Marçal em 2024, mas evita premiações em dinheiro para não violar regras eleitorais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Bolsonaro adota estratégia de cortes e aposta na comunicação direta a eleitores Vittor Sales/PL - 09.09.2026

Com cores patriotas e um estúdio que lembra programas jornalísticos, a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) deu início a uma nova estratégia para as eleições de 2026: um canal com transmissões ao vivo, por 24h, e o fornecimento de cortes do material produzido a apoiadores.

As produções mantêm estética bolsonarista, com direito a apresentadores com uma folha de papel branco e caneta bic, semelhante às transmissões semanais feitas pelo ex-presidente durante a gestão. A diferença é o uso de tarjas e reprodução de manchetes de portais de notícias junto aos elementos.


Apesar da criação voltada exclusivamente para campanha, o nome deixou de fora Flávio ou Bolsonaro para uma alternativa neutra: “TV Celular”.

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O novo modelo também conta com espaço para que apoiadores participem das transmissões e enviem vídeos à campanha. Todo o material também tem sido dividido em trechos menores, por temas, e disponibilizado para que apoiadores baixem e publiquem nas próprias redes sociais.


A estratégia relembra o adotado por Pablo Marçal (PRTB) quando disputou a prefeitura de São Paulo, em 2024, mas diferente de Flávio, à época, o político incluiu premiações em dinheiro ao material criado por apoiadores. A ação violou regras eleitorais e provocou uma condenação que o tornou inelegível até 2032.

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