Logo R7.com
RecordPlus
R7 Planalto
‌

Sem eleger deputado, partido que disputou Presidência não ultrapassa cláusula de barreira

UP é sigla da candidata derrotada ao Planalto Samara Martins; cláusula de barreira impõe teto mínimo de votos

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O partido Unidade Popular (UP) não ultrapassou a cláusula de barreira nas eleições.
  • UP, liderado por Samara Martins, não elegeu nenhum deputado estadual ou federal.
  • A cláusula de barreira exige um mínimo de votos para que partidos elejam candidatos.
  • Apesar do resultado, o partido afirma ter crescido em relação à campanha anterior.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Partido de Samara Martins definiu 12 mulheres para disputar vagas ao governo dos estados Reprodução/Instagram @samaramartins - 19.07.2026

O UP (Unidade Popular), partido da candidata à Presidência da República Samara Martins, terminou as eleições sem eleger nenhum candidato e não conseguiu ultrapassar a cláusula de barreira. O foco da sigla era em deputados: estaduais e federais. A cláusula de barreira é um mecanismo que estabelece um teto mínimo de votos para um candidato assumir o posto.

‌

Apesar disso, a cúpula do partido disse que cresceu na votação geral em relação à campanha passada. O UP foi criado em 2016, mas registrado oficialmente no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em 2019.

Leia Mais

Cláusula de barreira

A cláusula de barreira, também chamada de cláusula de desempenho, determina que os partidos políticos precisam de uma determinada votação mínima para ter acesso ao fundo partidário e à propaganda gratuita de rádio e televisão. A regra considera o resultado da eleição para a Câmara dos Deputados.

‌

Para 2026, os limites mínimos serão: ao menos 2,5% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos nove estados, com um mínimo de 1,5% dos votos válidos em cada um ou, alternativamente, eleger pelo menos 13 deputados federais, distribuídos em pelo menos nove estados.

A regra estabelece um critério de votação nacionalizada para partidos, obrigando que tenham votações expressivas em vários estados do país.

‌

Patamar cresce desde 2018

Aplicada pela primeira vez no pleito de 2018, a regra prevê um escalonamento no patamar mínimo até 2030. Nas eleições passadas, os partidos precisaram atingir o piso de 2% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos nove estados, com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada um, ou, de 11 deputados federais, distribuídos em pelo menos nove estados.

Em 2030, o valor será de 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos nove estados, com mínimo de 2% em cada um, ou eleger 15 deputados distribuídos em nove estados.

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Search Box
Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.