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A preocupação e a estratégia de Lula para ganhar os eleitores na pré-campanha

Segundo auxiliares ouvidos pelo R7 Planalto, o petista tem cobrado mais eficiência na comunicação das ações da gestão

R7 Planalto|Armando Holanda, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Governo Lula busca melhorar a popularidade de olho na reeleição.
  • Estratégia envolve controle de gastos, ajuste de programas sociais e aumento de receitas.
  • Há preocupação com a baixa visibilidade das ações do governo junto à população.
  • Lula cobra melhora na comunicação e maior alcance de programas como o Pé-de-Meia.
  • Endividamento e baixa percepção pública limitam os ganhos políticos das medidas.
  • Planalto pretende reforçar entregas sociais e ampliar presença do presidente em agendas públicas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lula se reuniu com três ministros nesta segunda Ricardo Stuckert / PR- 2.04.2026

Mirando melhorar a popularidade e projetar a campanha à reeleição, o governo Lula estuda formas de reduzir o impacto do endividamento público, com medidas que passam pelo controle de gastos, calibragem de programas sociais e tentativa de ampliar receitas sem elevar o desgaste político.

A estratégia vem acompanhada da preocupação em fazer com que iniciativas de apelo social ganhem maior visibilidade junto à população — algo que, na avaliação interna, ainda não ocorreu.


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Durante reunião ministerial realizada nesta segunda-feira (6), no Palácio do Planalto, o presidente tratou desses incômodos com auxiliares, incluindo Dario Durigan, da Fazenda, e Miriam Belchior, da Casa Civil. O encontro consolidou discussões iniciadas na semana passada e serviu para alinhar respostas políticas e econômicas do governo.

Segundo auxiliares, o petista tem cobrado mais eficiência na comunicação das ações da gestão. Relatos indicam que Lula questionou, na primeira reunião ministerial realizada na semana passada, o alcance de programas prioritários a exemplo do desconto do IR para quem ganha até R$5 mil e pediu empenho para que as iniciativas “cheguem na ponta” e sejam percebidas pelo eleitorado.


Entre as medidas citadas por aliados que ainda não geraram o retorno político esperado está o Pé-de-Meia, criado para incentivar a permanência de estudantes no ensino médio, além de outras ações voltadas à transferência de renda e estímulo ao consumo.

A dificuldade de transformar essas políticas em ganho consistente de aprovação, apontada por pesquisas, foi um dos pontos debatidos na reunião.


Nos bastidores, a leitura é de que o cenário econômico — pressionado pelo nível de endividamento, somado à baixa percepção pública das iniciativas — tem limitado os efeitos políticos das ações.

Segundo aliados, a estratégia do Planalto passará por ajustar a comunicação, reforçar a entrega de programas sociais e ampliar a presença do presidente em agendas públicas, numa tentativa de impulsionar a pré-campanha.

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