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Abin opera com 20% dos servidores necessários, diz relatório da CPI

Receita Federal, Polícia Federal e Banco Central também sofrem com defasagem, segundo CPI do Crime Organizado

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Relatório da CPI do Crime Organizado destaca a defasagem de servidores em agências de segurança pública.
  • A Abin opera com apenas 20% dos servidores necessários.
  • A Policia Federal enfrenta um déficit de 17 mil servidores, necessitando de 30 mil.
  • A Receita Federal e o Banco Central também apresentam sérios problemas de efetivo em seus quadros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

CPI apresentou dados sobre a defasagem no número de servidores na segurança pública Antonio Cruz/Agência Brasil - Arquivo

O relatório final da CPI do Crime Organizado apresentou dados sobre a defasagem no número de servidores em diversas agências e órgãos de segurança pública brasileiros. Os dados apontam que a Abin (Agência Brasileira de Inteligência), por exemplo, opera com apenas 20% dos servidores necessários.

A Polícia Federal, por sua vez, tem déficit de 17 mil servidores. Hoje, são 13 mil servidores na ativa e a PF precisaria de 30 mil.


A Receita Federal, por outro lado, tem 40% do quantitativo de servidores necessários, com 22 mil vagas em aberto e, segundo o documento, apenas 2,2 mil servidores atuando na aduaneira.

O Banco Central também não escapou do déficit: nos últimos dez anos, houve queda de 25% do número de servidores ativos na autoridade financeira.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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