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A reação do governo brasileiro a uma possível intervenção de Trump em Cuba

Interesse dos Estados Unidos em voltar atenções a ‘regime de Cuba’ após fim da guerra no Irã é acompanhado de perto pelo Itamaraty

R7 Planalto|Armando Holanda, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo brasileiro monitora as declarações de Donald Trump sobre Cuba.
  • O Itamaraty afirma que não é possível prever cenários baseados em declarações externas.
  • Trump insinuou que o regime cubano cairá em breve e que Havana deseja negociar com os EUA.
  • Representantes brasileiros mantém uma postura cautelosa e atenta ao cenário internacional.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Donald Trump
Na semana passada, presidente Donald Trump afirmou que governo cubano vai “cair em breve” REUTERS/Jonathan Ernst - 05.03.2026

Os movimentos e as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que indicou poder voltar as atenções ao “regime de Cuba” após o fim da guerra no Irã, são acompanhados de perto pelo Itamaraty.

Ao R7 Planalto, integrantes do alto escalão do MRE (Ministério das Relações Exteriores) disseram não ser “possível traçar um panorama a partir de declarações”. Ainda assim, ressaltaram que o governo brasileiro está “atento” ao cenário.


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Sobre eventuais medidas, uma fonte do Ministério das Relações Exteriores afirmou que “não cabe especular com declarações de terceiros nem projetar cenários a partir delas”.

Entre quinta (5) e sexta-feira (6), Trump afirmou que o governo cubano vai “cair muito em breve” e acrescentou que a capital Havana tem “imensa vontade” de negociar com Washington.

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