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Nova presidente começa mudanças no INSS e já tem cotado para diretor de Benefícios

Fontes ouvidas pelo R7 Planalto afirmam que Marcus Vinícius Braga, atual superintendente regional do Nordeste, é favorito para vaga

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A nova presidente do INSS, Ana Cristina Viana Silveira, iniciou mudanças na autarquia após sua nomeação.
  • Seis pessoas foram exoneradas e Marcus Vinícius Braga é o favorito para assumir como Diretor de Benefícios.
  • A troca de liderança ocorre após pressão do Ministério da Previdência Social e problemas na gestão anterior.
  • O ex-presidente, Gilberto Waller, enfrentou conflitos com o ministro Wolney Queiroz, prejudicando a relação entre ambos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Marcus Vinicius Braga também lidera fase de transição após queda do ex-presidente do INSS Reprodução/Instagram @prof.marcusbraga - 26.02.2026

A nova presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Ana Cristina Viana Silveira, começou a fazer mudanças no órgão após ser nomeada, nessa segunda-feira (13). Nesta manhã, ela exonerou seis pessoas e já tem um nome cotado para assumir a Diretoria de Benefício e Relacionamento com o Cidadão, um dos cargos mais cobiçados da autarquia.

Fontes ouvidas pelo R7 Planalto afirmam que, nos bastidores, é tido como certo que quem deve assumir o cargo é Marcus Vinícius Braga, atual superintendente regional do Nordeste. Ele está à frente da transição na autarquia e também foi escolhido como administrador de um grupo que reúne gerentes nacionais do INSS.


A troca da chefia do Instituto ocorre após meses de pressão do Ministério da Previdência Social e de uma fila que bateu recordes históricos. O mal-estar entre o ex-presidente, Gilberto Waller, e o ministro Wolney Queiroz começou quando o procurador foi escolhido para chefiar a autarquia, ainda no ano passado.

A relação entre os dois piorou quando o ministro impediu que Gilberto trocasse o comando da Diretoria de Tecnologia da Informação, chefiado por Lea Bressy.


O motivo era que, no período das férias de Gilberto, Lea fez nomeações e adotou medidas que o desagradaram, como nomear um servidor que era alvo de investigação da PF.

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