Brasil deve manter apoio a candidatura de latino-americana à ONU
Apostar em Michelle Bachelet mostra a estratégia de elevar um nome do Sul Global para ampliar o equilíbrio de forças nas Nações Unidas
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O governo brasileiro deve manter o apoio à candidatura de Michelle Bachelet para o comando das Nações Unidas, em meio à avaliação de que o organismo enfrenta uma de suas fases mais desafiadoras.
A escolha de um nome de origem latino-americana é vista como estratégica para ampliar a representatividade no sistema multilateral.
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Para diplomatas brasileiros, a indicação de um representante do Sul Global pode contribuir para reforçar a legitimidade da instituição e equilibrar forças dentro do organismo internacional.
Embora o Chile tenha retirado o apoio a Bachelet, o Brasil tende mantê-lo, pois, segundo fontes palacianas avaliaram ao R7 Planalto, ela é a mais competente entre os outros dois.
“Michelle Bachelet foi presidente do Chile por dois mandatos. É médica pediatra, diretora executiva da ONU Mulheres e Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos entre 2018 e 2022”, elencou a fonte.
A posição também está alinhada à tradição da política externa brasileira de valorização do multilateralismo e da atuação conjunta entre países em desenvolvimento, especialmente em momentos de crise global.













