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Irritados, caminhoneiros pressionam Alcolumbre por MP do Frete

Calendário do Senado irritou categoria, que ameaça paralisação maior do que em 2018

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Caminhoneiros pressionam Davi Alcolumbre pela votação da MP do Frete no Senado.
  • Categoria ameaça paralisação maior que a de 2018 se não houver votação na data prometida.
  • MP do frete foi aprovada pela Câmara e aguarda decisão do Senado antes de caducar em 16 de julho.
  • Texto precisa ser votado antes do recesso do Congresso para não perder a validade.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Caminhoneiros podem entrar em greve caso não consigam mudanças ligadas ao frete Marcelo Camargo/Agência Brasil - Arquivo

Caminhoneiros ficaram irritados com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e pressionam pela votação da medida provisória ligada ao piso mínimo do frete.

Representantes da categoria relataram ao R7 Planalto que consideram que Alcolumbre tem tentado usar a pauta como uma forma de negociação com o Planalto e preveem ações pontuais com pausa do transporte a partir da meia noite de domingo (12).


O cronograma se dá mesmo com a previsão de que a medida provisória entre na pauta de terça-feira (14). Representantes dizem, ainda, que caso a MP não seja analisada, a paralisação será maior do que em 2018.

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“A gente não quer fazer paralisação, mas o próprio presidente da Casa está obrigando a fazer isso. Se caducar no dia 16, automaticamente vai parar”, afirmou Wallace Landim, conhecido como Chorão, que preside a Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores.


O descontentamento com Alcolumbre se dá por nomes ligados ao texto considerarem que a MP já estava pronta para votação. Havia expectativa de que o texto fosse analisado na semana passada.

O texto foi aprovado pela Câmara em 17 de junho, após negociações entre parlamentares e governo, e aguarda por uma decisão do Senado. Uma resposta precisa ser definida na próxima semana pelo risco de que o texto perca a validade.


A MP do frete caduca no próximo dia 16, mesmo dia em que o Congresso entrará de recesso, e pode deixar de valer caso não seja encaminhada pelo presidente do Senado.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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