Dependência de fertilizantes preocupa governo e expõe fragilidade do agro
Planalto acende alerta sobre o setor em meio à crise envolvendo a Rússia e o Oriente Médio
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A forte dependência brasileira de fertilizantes importados segue como um dos principais pontos de atenção na agenda econômica e estratégica do país.
Estimativas apontam que cerca de 80% dos insumos utilizados na produção agrícola vêm do exterior, o que expõe o Brasil a riscos em contextos de instabilidade internacional.
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O governo Lula intensifica a preocupação com o cenário em meio à crise envolvendo a Rússia e o Oriente Médio.
A Rússia ainda é o principal fornecedor de fertilizantes para o Brasil, respondendo por cerca de 30% do volume total de importações brasileiras em 2025, segundo dados do Ministério da Agricultura.
O tema ganha ainda mais relevância diante de crises geopolíticas e oscilações no mercado global de energia, que impactam diretamente a cadeia de produção desses insumos.
Integrantes do governo avaliam que a redução dessa dependência é fundamental para garantir segurança alimentar e estabilidade no setor agropecuário. Entre os mercados vistos como potenciais estão o Marrocos, para o potássio, e países do Golfo Pérsico, para a amônia.
Nos últimos anos, o Brasil tem buscado diversificar fornecedores e retomar investimentos na produção interna, mas ainda enfrenta desafios estruturais para reduzir a vulnerabilidade nesse segmento considerado estratégico.
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