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Em campanha, Flávio retoma agenda de segurança e mira eleitorado feminino no Senado

Como presidente de comissão, senador pautou projetos dos quais é protagonista; colegiado não se reunia há mais de um mês

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro retomou atividades no Senado durante a campanha eleitoral, focando em projetos de segurança.
  • A Comissão de Segurança, presidida por ele, voltou a se reunir após mais de um mês, com Flávio relatando cinco dos seis projetos.
  • Entre os projetos, destaca-se a proteção de mulheres contra assédio no transporte público, aprovado na votação.
  • Flávio defende trabalho flexível para mulheres, mas ainda não decidiu seu voto na PEC sobre a escala 6x1.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Bolsonaro pautou projetos na Comissão de Segurança Carlos Moura/Agência Senado - 10.06.2026

O candidato Flávio Bolsonaro (PL) voltou ao Senado em meio à campanha eleitoral e pautou projetos dos quais é protagonista na Comissão de Segurança. Como presidente, ele tem autonomia para definir o cronograma de votações e os relatores de cada proposta.

O colegiado não se reunia havia mais de um mês, mas retomou a agenda nesta terça-feira (1º), com o senador na relatoria de cinco dos seis projetos analisados. A lista incluiu propostas voltadas à segurança das mulheres — um dos focos da campanha de Flávio, pela resistência de parte do eleitorado feminino ao seu nome na disputa pela Presidência.


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Um dos projetos reforça a proteção de mulheres contra o assédio no transporte público e foi aprovado na votação. O senador também defendeu a autorização do porte de arma para mulheres sob medida protetiva, mas essa proposta acabou adiada.

Os outros textos selecionados por Flávio incluem o agravamento de penas para crimes cometidos contra autoridades ou agentes de segurança, a restrição de benefícios penais a condenados reincidentes e a liberação do porte de arma para defensores públicos.


E a 6x1?

Flávio ainda não cravou qual será seu voto na PEC que prevê o fim da escala de trabalho no modelo 6x1, que está na pauta da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) desta quarta-feira (2), mas antecipou que não deve estar em Brasília, acompanhando a votação de forma remota.

O político tem se limitado a defender um modelo de trabalho flexível, sob a justificativa de que mulheres devem ter alternativas para optar por jornadas reduzidas, em caso de maternidade. Nesse formato, a remuneração seria proporcional às horas trabalhadas.

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