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Governo pretende ampliar inclusão social e produtiva em territórios vulneráveis

Ministério assinará Protocolo de Intenções com a Gerando Falcões para escalar políticas públicas de superação da pobreza

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo federal planeja ampliar a inclusão social e produtiva em territórios vulneráveis através de um protocolo de intenções com a ONG Gerando Falcões.
  • O acordo, assinado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social e a Gerando Falcões, visa implementar ações de qualificação profissional e empreendedorismo nas periferias.
  • Dados do IBGE indicam que 48,9 milhões de pessoas vivem em pobreza no Brasil, reforçando a necessidade de políticas sustentáveis para autonomia econômica.
  • A Gerando Falcões já impactou 5.500 territórios com iniciativas de desenvolvimento social e se comprometeu a tirar 1 milhão de pessoas da pobreza nos próximos 10 anos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Em junho do ano passado, Lula visitou a Favela do Moinho, em São Paulo, para anunciar investimentos Cláudio Kbene/ PR - 26.06.2025

O governo federal pretende ampliar este ano a inclusão social e produtiva em territórios vulneráveis brasileiros. Um passo desta medida é o protocolo de intenções que será assinado nesta terça-feira (2) entre o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome e a organização não-governamental Gerando Falcões.


Segundo apuração do R7 Planalto, a medida busca fortalecer ações de inclusão social e políticas públicas de superação da pobreza. O termo será assinado pelo ministro Wellington Dias e pelo fundador da Gerando Falcões, Edu Lyra, em cerimônia em São Paulo.

De acordo com interlocutores ouvidos pela coluna, a pasta quer aproveitar a experiência da Gerando Falcões nos territórios periféricos para adotar ações de qualificação profissional, empreendedorismo e desenvolvimento econômico local. O acordo também prevê estudos sobre tecnologias disruptivas, mapeamento de demandas produtivas nos territórios e estratégias para fomentar novos negócios em regiões historicamente marcadas pela desigualdade social.


Dados do IBGE de 2024 apontam que 48,9 milhões de pessoas vivem em condição de pobreza no país. Nesse cenário, o governo tenta aperfeiçoar políticas de assistência em caminhos sustentáveis de autonomia econômica.

O CEO da Gerando Falcões, Edu Lyra, pontua que “transformar um território é muito mais do que levar infraestrutura: é devolver dignidade, criar oportunidades e construir caminhos reais para que as famílias rompam o ciclo da pobreza”.


A Gerando Falcões nasceu dentro da favela e atua na superação da pobreza. Segundo dados da ONG, as ações já impactaram 5.500 territórios em todo o país, com iniciativas voltadas ao desenvolvimento social, capacitação profissional e geração de renda. Um dos principais exemplos é a Favela Marte, em São José do Rio Preto (SP), onde a implantação do programa Favela 3D - Digna, Digital e Desenvolvida tornou possível universalizar o acesso à água e ao saneamento, ampliar a renda das famílias por meio de qualificação profissional e melhorar indicadores ligados à moradia, saúde e qualidade de vida.

Ano passado, a organização assumiu um compromisso público de levar 1 milhão de pessoas da pobreza para a dignidade nos próximos 10 anos.

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