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Inclusão de trabalho escravo em investigação dos EUA preocupa governo brasileiro

Planalto teme que o assunto seja usado em disputas comerciais e sirva de pretexto para a imposição de tarifas ou barreiras

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo brasileiro está preocupado com a inclusão do trabalho escravo em investigações comerciais dos EUA.
  • A abordagem americana pode afetar a exportação de produtos brasileiros e justificar barreiras comerciais.
  • Há temor de que esse tema seja usado como instrumento para imposição de tarifas e restrições.
  • Os EUA iniciaram uma investigação que inclui o Brasil em março, abrangendo cerca de 60 países.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca
Desde março, governo Trump avalia medidas do Brasil e outros 59 países contra o trabalho forçado Evan Vucci/Reuters - 31.03.2026

O governo brasileiro analisa com cautela a inclusão do tema do trabalho escravo em investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos.

A avaliação de interlocutores do Planalto é de que o assunto pode ser utilizado de forma discricionária para justificar barreiras comerciais a produtos brasileiros.


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Embora reconheçam a importância do combate a práticas ilegais, integrantes do governo apontam que a abordagem americana pode ir além da fiscalização interna e avançar sobre cadeias produtivas globais, atingindo exportações nacionais.

Nos bastidores, há preocupação de que o tema seja incorporado a disputas comerciais mais amplas, funcionando como instrumento para a imposição de tarifas ou restrições. A leitura é de que, sem critérios claros, a medida pode abrir espaço para pressões econômicas sob justificativa social.


Investigação dos EUA

No mês de março, os Estados Unidos passaram a incluir o Brasil em uma investigação sobre o uso de trabalho forçado em cadeias produtivas globais.

Conduzida pelo USTR (Escritório do Representante Comercial dos EUA), a apuração envolve 60 países e tem como objetivo verificar se essas nações adotam medidas eficazes para barrar a entrada de produtos ligados a essa prática em seus mercados.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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