Indicação para o STF: dividido, governo Lula tenta recalcular rota depois de derrota no Senado
Alguns aliados do presidente defendem que ele indique outro nome; outros argumentam que é melhor deixar o clima esfriar
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Depois de uma noite de governistas atônitos com o tamanho da derrota imposta pelo Senado ao rejeitar Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal), o presidente Lula e aliados começam a tentar traçar os próximos passos.
Alguns interlocutores do Palácio do Planalto defendem que Lula indique logo um novo nome para a Corte e que ele seja irrecusável entre os senadores. Uma das estratégias seria escolher uma mulher negra, por exemplo.
A medida é uma forma de evitar que Lula entregue de “bandeja” uma indicação para o próximo presidente, caso não ganhe as eleições.
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Outros aliados do governo, no entanto, ponderam que a chance de uma nova derrota — provavelmente com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não pautando a votação do novo nome — é alta e o melhor é não enviar outra indicação.
Esse grupo avalia ainda que não é hora de retaliação contra Alcolumbre e possíveis traidores, na linha de que o governo tem mais a perder com isso do que ganhar.
Segundo fontes consultadas pelo R7 Planalto, Lula deve aproveitar o feriado para traçar uma rota e vai evitar, pela experiência política, cravar uma decisão no calor do momento.
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