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Nove políticos podem chegar ao Senado sem disputar as eleições de 2026; entenda

Suplentes podem ir ao Congresso se donos de mandatos virarem governadores; eles apoiam campanhas e até apostam em doações

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Nove políticos podem assumir o Senado sem disputar eleições, dependendo dos resultados das eleições de governadores em 2026.
  • Suplentes de senadores que se tornarem governadores assumirão as cadeiras no Senado.
  • Em Minas Gerais, Amazonas, Tocantins e Paraná, candidatos têm vantagem; em Alagoas e Mato Grosso, há empate técnico.
  • Suplentes estão ativamente apoiando campanhas, como o advogado Luís Felipe Cunha, que doou R$ 500 mil para a campanha de Sergio Moro no Paraná.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Em 2026, eleitores escolhem dois nomes ao Senado: 54 cadeiras vão à disputa Edilson Rodrigues/Agência Senado

Nove políticos têm a chance de assumir uma cadeira no Senado mesmo sem disputar a eleição de 2026: são os suplentes de senadores que estão na metade do mandato e disputam governos estaduais. Assim, o cenário depende do resultado das urnas. Se os titulares forem eleitos, os cargos serão transferidos para os nomes que fizeram parte da chapa em 2022.

Projeções eleitorais para o primeiro turno apontam vantagem para candidatos em quatro estados: Minas Gerais, Amazonas Tocantins e Paraná. Em Alagoas e Mato Grosso, os senadores enfrentam cenário de empate técnico, e há desafio aos postulantes na Paraíba, no Acre e em Goiás.

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Com a chance de assumir o cargo, suplentes têm investido nas campanhas dos titulares. O substituto de Sergio Moro (União), caso ele vença as eleições no Paraná, fez a maior doação ao aliado até agora. O advogado Luís Felipe Cunha (União) direcionou R$ 500 mil para a campanha de Moro a governador.

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A lista de favoritos também tem o suplente de Cleitinho Azevedo (Republicanos), que tem liderado pesquisas em Minas Gerais contra o principal adversário, Patrus Ananias (PT). Se ele for eleito, a cadeira no Senado pode passar para o suplente Alex Diniz (PL), empresário e sócio de uma rede de supermercados.

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No Amazonas, uma eventual vitória de Omar Aziz (PSD) sobre Roberto Cidade (União Brasil) levaria a pedagoga e ex-vereadora Cheila Moreira (PT) ao Senado. Já no Tocantins, a cadeira passa para a Professora Lu (União), caso Dorinha Seabra, do mesmo partido, vença Vicentinho Júnior (PSDB).

Cinquenta e quatro senadores serão eleitos no domingo (4). Na lista de candidatos, há 32 parlamentares no fim do mandato que tentam a reeleição.

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