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O cálculo por trás da mudança de data para a sabatina de Messias no Senado

A coluna noticiou que o governo federal aposta no voto secreto dos senadores para aprovar o nome do ministro da AGU

R7 Planalto|Armando Holanda, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A CCJ do Senado manteve a sabatina de Jorge Messias na data original, 29 de abril.
  • O governo aposta no voto secreto para garantir a aprovação do AGU para o STF.
  • Governistas evitam divulgar o placar provável devido à politização da indicação.
  • Há expectativa de garantir 41 votos, com possibilidade de aumento para 47.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Jorge Messias foi indicado em novembro pelo presidente Lula para o STF Marcelo Camargo/Agência Brasil - Arquivo

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado decidiu recuar e manter em 29 de abril a sabatina do atual AGU, Jorge Messias, para o STF, no Congresso. Segundo apurou o R7 Planalto, há a perspectiva de que a manutenção na quarta-feira (29) seja melhor do que na terça (28) por motivos de “quórum”.

Na avaliação de um aliado de Messias, há grandes chances de o nome seguir para avaliação do plenário do Senado no mesmo dia.


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A coluna noticiou que o governo federal aposta no voto secreto dos senadores para aprovar o nome do ministro da AGU para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso. Com a avaliação de que a indicação já está muito “politizada” pela demora para a sabatina, governistas têm evitado divulgar o placar esperado.

Em declarações, limitam-se a dizer que terão o mínimo de votos necessário, 41. Um dos senadores responsáveis pela costura dos votos garantiu ao R7 Planalto que há em torno de 47 votos garantidos e que a expectativa é que o número aumente em mais 2.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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