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Governo vê falha de comunicação da UE em suspensão de produtos do Brasil

A avaliação é de que autoridades europeias não sinalizaram previamente insuficiências técnicas nos dados enviados pelo Brasil

R7 Planalto|Armando Holanda, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Governo brasileiro critica a decisão da União Europeia de suspender importações de produtos brasileiros de origem animal a partir de setembro.
  • Autoridades europeias não comunicaram previamente falhas nos dados sanitários enviados pelo Brasil.
  • Suspensão afeta exportações de carne bovina, ovos, pescado e outros produtos, com a possibilidade de revisão antes da data limite.
  • Brasil busca reverter a decisão com o envio de novas informações sanitárias ao bloco europeu.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

União Europeia vetará compra de carne brasileira a partir de setembro Pixabay/Reprodução - Arquivo

O governo brasileiro demonstrou irritação com a decisão da União Europeia de vetar, a partir de setembro, importações de determinados produtos brasileiros de origem animal. A avaliação é que o bloco europeu falhou na comunicação com Brasília durante o processo.

Segundo relatos de integrantes do Planalto, o Brasil foi surpreendido pela publicação da lista europeia e considera que todas as informações sanitárias exigidas haviam sido encaminhadas dentro do prazo pelo Ministério da Agricultura.


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A avaliação dentro do governo é que autoridades europeias não sinalizaram previamente qualquer insuficiência técnica nos dados enviados pelo Brasil nem pediram esclarecimentos adicionais antes da decisão.

A restrição envolve exportações brasileiras de carne bovina, ovos, pescado e outros produtos de origem animal. A suspensão passaria a valer em 3 de setembro, caso não haja revisão da medida.


Integrantes do governo afirmam que Brasília trabalha agora em um cronograma conjunto com a União Europeia para tentar reverter a decisão antes do prazo final. A estratégia prevê o envio de novas informações sanitárias pelo Ministério da Agricultura para recolocar o Brasil na lista de países autorizados a exportar os produtos ao bloco europeu.

No Planalto, a leitura é que não há, até o momento, elementos concretos para afirmar que a medida tenha motivação política. Ainda assim, auxiliares do governo consideram que o momento da decisão foi inadequado diante do avanço recente das negociações comerciais entre Mercosul e União Europeia.


Interlocutores do governo também sustentam que não houve falha da burocracia brasileira no processo e dizem que os dados foram enviados dentro do prazo previsto pelas regras europeias.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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