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O que os ministros ouvidos por Lula defendem como principal ponto no PL Antifacção

Segundo apuração do R7 Planalto, ministros consideram importante diferenciar organização criminosa de facção; entenda

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministros de Lula destacam a importância de diferenciar organizações criminosas de facções.
  • O governo trabalha para manter pontos importantes no PL Antifacção, liderado por Guilherme Derrite.
  • A proposta busca criar um tipo penal específico para facções criminosas, visando penas mais severas.
  • Facções se diferenciam por domínios territoriais e econômico, e atuação estadual e internacional.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lula convocou reunião nesta manhã com ministros Ricardo Stuckert / PR - arquivo

O presidente Lula reuniu nesta quinta-feira (13) diversos ministros da Esplanada dos Ministérios que já foram governadores para debater o tema da segurança pública. E ouviu deles um consenso: a importância de diferenciar as organizações criminosas das facções no PL Antifacção.

Desde o anúncio de Guilherme Derrite (PP-SP) como relator do projeto, o governo se mobiliza para impedir a perda de pontos cruciais da proposta elaborada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

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Apenas nesta semana já foram apresentados quatro pareceres por Derrite, com diversos recuos importantes, como a desistência de reduzir as competências da Polícia Federal. No entanto, a quarta versão ainda não contempla o que os ministros de Lula e ex-governadores consideram fundamental.

O governo quer um tipo penal específico para facção criminosa, isso porque quatro pessoas que cometem crimes juntas podem ser enquadradas como organização criminosa.

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Uma facção criminosa, por outro lado, além da quantidade de pessoas envolvidas, costuma ter domínio territorial e econômico, atuação interestadual e até internacional. A diferenciação das categorias permitiria penas mais duras para participantes de facções.

Na reunião convocada pelo presidente no Palácio do Planalto estavam presentes:

  • Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços;
  • Rui Costa, ministro da Casa Civil;
  • Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça e Segurança Pública;
  • Fernando Haddad, ministro da Fazenda;
  • Renan Filho, ministro dos Transportes;
  • Camilo Santana, ministro da Educação;
  • Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome;
  • Waldez Góes, ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional; e
  • Gleisi Hoffmann, ministra da Secretaria de Relações Institucionais.

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