Aliadas veem falta de estratégia de Flávio Bolsonaro para crescer entre mulheres
Flávio Bolsonaro conta com poucas mulheres em palanques para o Senado
R7 Planalto|Do R7
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Aliadas de fora do PL consideram que a campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência ainda não deixou claro qual será o plano para crescer com o eleitorado feminino e diminuir a rejeição do senador entre mulheres.
A aposta inicial do partido era ter uma mulher na chapa, mas os planos mudaram com o vice, Alfredo Gaspar. Agora, a legenda lida com o desafio de ter pouca representatividade feminina nos palanques: dos 47 nomes apoiados pelo presidenciável ao Senado, apenas sete são mulheres.
Nos estados, Flávio tem ao menos um candidato ao Senado, mas em apenas em seis deles há mulheres. O Distrito Federal é a única unidade da Federação que conta com duas candidaturas de mulheres apoiadas por Flávio: a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e da deputada Bia Kicis, ambas do PL.
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Do PL, há apenas outras duas mulheres apoiadas por Flávio nos estados: Carol de Toni, em Santa Catarina, e Maguinha Malta, no Espírito Santo. As demais candidatas são de alianças feitas fora da legenda: Mara Rocha (MDB), no Acre; Marina Candia (PSDB), em Alagoas; e Rayssa Furlan (Podemos), no Amapá.
A ausência de mulheres ocorre, por exemplo, no palanque de São Paulo, maior colégio eleitoral.
Sob reserva, políticas de direita relatam a impressão de que ainda falta estruturar um plano para aumentar a visibilidade no eleitorado feminino.
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