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Taxa das blusinhas: frente parlamentar quer discutir sobre fim do imposto após eleições

Parlamentares e indústria brasileira temem que debate para pôr fim a taxa seja contaminado por busca de votos em meio a eleição

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Membros da Frente Parlamentar do Ambiente de Negócios propõem adiar discussão sobre o fim da taxa das blusinhas até após as eleições.
  • Parlamentares temem que o debate seja influenciado pela campanha eleitoral em curso.
  • Entidades do comércio defendem a manutenção da taxa, afirmando que sua revogação prejudicaria a concorrência com importações.
  • Deputado Jorge Goetten alerta que o fim da taxa pode abalar a indústria brasileira e comprometer projetos do governo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Setor varejista quer manter taxa das blusinhas e discutir fim do imposto apenas após eleições Fernando Frazão/Agência Brasil - arquivo

Membros da Frente Parlamentar do Ambiente de Negócios e representantes do comércio varejista querem adiar a discussão sobre o fim da taxa das blusinhas para depois das eleições em outubro deste ano. O movimento ocorre devido ao medo dos congressistas que defendem o empresariado brasileiro do debate ser “contaminado” pela busca por votos em meio a corrida eleitoral.

O tema veio à tona após o Palácio do Planalto sinalizar um possível debate para pôr fim à taxação das compras feitas no exterior. Conforme mostrou o R7 Planalto, pesquisa da GO Associados, apontam que o volume de remessas internacionais saltou de US$ 296 milhões em 2020, para US$ 2.655 milhões em 2024.


Nesta terça-feira (7), diversas entidades assinaram manifesto pela manutenção da taxa das blusinhas, defendendo que a suspensão do imposto traria uma disputa desleal com os comerciantes brasileiros.

Para o deputado Jorge Goetten (Republicanos/SC), revogar a taxa das blusinhas abalaria a indústria brasileira. “O governo tem anunciado projetos importantes para a nova indústria do Brasil, e como é que isso combina com propostas de isentar o concorrente internacional e onerar a produção brasileira?”, questiona.


Antes de deixar o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o vice-presidente Geraldo Alckmin também fez uma defesa pela manutenção da taxa de 20% sobre importações de até US$ 50.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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