Análise: demissão de militar é ‘desmantelamento de oposição que se forma dentro dos EUA’
Entrevistado acredita que demissão do chefe do Estado-Maior do Exército dos EUA envolve discordâncias no rumo da guerra
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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O chefe do Estado-Maior do Exército dos Estados Unidos, o general Randy George, e outros dois oficiais de alta patente foram demitidos nesta quinta-feira (3) pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth. O evento ocorre em meio a reformas na cúpula militar do país, que planeja intensificar os ataques ao Irã. O Pentágono, que é o quartel-general do Departamento de Defesa dos EUA, não divulgou o motivo por trás dos desligamentos.
O analista de segurança internacional Salvador Raza levantou no Conexão Record News desta sexta-feira (3) a hipótese de que o motivo por trás das demissões seria uma possível discordância no rumo que a guerra no Oriente Médio tem tomado. Ele chama atenção, contudo, de que se baseia em informações que até então não foram confirmadas.
“Uma das grandes restrições que sempre foi falada era não colocar soldados em terra. [...] Aparentemente, essa seria uma questão central nesse desmantelamento de alguma oposição que estaria se colocando dentro dos Estados Unidos”, detalha o especialista.
Raza explicou que o chefe do Estado-Maior é a maior autoridade militar do país e que ele não só possui o direito, mas também a obrigação, de se opor ao presidente no caso de discordância com alguma ação do secretário de Guerra. “Então o chefe de Estado não se opôs, ou pelo menos não há nenhum grau de evidência de que ele tenha se oposto a essa demissão”.
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