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Finlândia e Lituânia planejam fabricar minas antipessoal em 2026

Países devem deixar Convenção de Ottawa para retomar produção de armamentos controversos

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'Terceirização do conflito': por que Finlândia e Lituânia vão produzir minas terrestres antipessoal
'Terceirização do conflito': por que Finlândia e Lituânia vão produzir minas terrestres antipessoal

Finlândia e Lituânia anunciaram planos para iniciar a produção de minas terrestres antipessoal em 2026, abandonando a Convenção de Ottawa que proíbe esse tipo de armamento. A decisão visa fortalecer a defesa contra possíveis ameaças militares da Rússia. Polônia, Letônia e Estônia também consideram medidas semelhantes devido a preocupações de segurança.

As autoridades lituanas afirmam que estarão aptas para fornecer essas armas a outras nações assim que a produção for estabelecida, incluindo a Ucrânia. Essa movimentação ocorre apesar da ausência de sinais objetivos de atividades militares russas contra essas nações bálticas ou a Polônia.


Especialistas criticam o uso de minas terrestres devido aos riscos que representam para civis e à dificuldade de localizar as minas uma vez espalhadas. A decisão está relacionada à pressão dos Estados Unidos e à demanda interna na Europa por aumento do orçamento militar, com compromissos de gastar até 5% do PIB em defesa. A produção por Finlândia e Lituânia permitiria que potências europeias permanecessem na Convenção de Ottawa enquanto se beneficiam da produção por terceiros.

Assista ao vídeo - ‘Terceirização do conflito’: por que Finlândia e Lituânia vão produzir minas terrestres antipessoal

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