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Após denúncia, polícia volta à Rocinha e busca corpo que pode ser de Amarildo

Agentes da DH tentam solucionar sumiço do pedreiro

Rio de Janeiro|Do R7

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Denúncia feita por uma das quatro testemunhas ouvidas na terça-feira (6), durante diligência na Rocinha, zona sul do Rio, levou a Polícia Civil de volta à comunidade na manhã desta quarta (7) para tentar localizar o pedreiro Amarildo Dias, sumido há mais de 20 dias. O morador disse saber de um corpo enterrado na parte alta da favela.

O delegado Rivaldo Barbosa, titular da Divisão de Homicídios, e cerca de 30 agentes chegaram à Rocinha entre 7h30 e 8h. Cães farejadores ajudam nas buscas.


Na segunda-feira (5), 14 policiais militares foram ouvidos na sede da DH. Na terça, além de ouvir testemunhas, os agentes refizeram o caminho percorrido por Amarildo na última vez que foi visto. A reconstituição do trajeto teve por base os depoimentos colhidos.

O pedreiro desapareceu no dia 14 de julho, após ser abordado por policiais militares da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora. O comando da UPP da Rocinha disse que ele foi liberado após averiguação.


O caso, porém, envolve duas polêmicas em relação à PM: as câmeras próximas à sede da UPP e o GPS da viatura que teria levado Amarildo estavam inativos no dia do desaparecimento do pedreiro. A justificativa dada foi a de problemas técnicos, mas peritos da Polícia Civil recolheram material para avaliação.

Em 30 de julho, um corpo foi encontrado em um valão da comunidade. No entanto, a polícia verificou que se trava de uma mulher, Gisele da Silva Santos. O cadáver estava em avançado estado de decomposição. A mulher estava desaparecida há cinco dias, e, supostamente, seria uma usuária de crack.

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