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Atendimento precário em maternidade do Rio pode ter causado morte de 7 bebês

Segundo maternidade, mortes que aconteceram serão investigadas por comissão de óbitos 

Rio de Janeiro|Do R7, com Balanço Geral RJ

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Sindicâncias também foram abertas para apurar o ocorrido
Sindicâncias também foram abertas para apurar o ocorrido

O descaso no atendimento público de saúde na maternidade municipal Leila Diniz, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, pode ter contribuído para a morte de sete bebês entre os dias 30 de dezembro e 3 de janeiro, segundo denúncia de pacientes do hospital à Rede Record.

A filha de Sidirléia Nascimento nasceu sem vida porque, segundo ela, quando procurou o hospital com contrações, pediram que ela tomasse remédio para dores abdominais em casa. Outros pacientes também alegaram maus-tratos.


A mulher de Alexandro Silva foi internada no dia 28 de dezembro e o parto deveria ter sido feito no máximo até dia 29, porque a mulher estava com 42 semanas de gravidez. Só no dia 31 a levaram para a sala de parto. Segundo a mãe da moça, houve maus-tratos.

— Minha filha foi maltratada até no centro cirúrgico. Chamaram ela de obesa e falaram que teria que dar anestesia de cavalo.


A maternidade Leila Diniz informou que as mortes que aconteceram serão investigadas por uma comissão de óbitos e por sindicâncias abertas para apurar o ocorrido.

Assista ao vídeo:

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