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Caso Patrícia Acioli: parente de acusado como mentor do crime agride equipe de TV; veja

Homem deu socos e chutes na equipe de reportagem ao ser filmado

Rio de Janeiro|Do R7

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Mãe da juíza assassinada chega ao julgamento
Mãe da juíza assassinada chega ao julgamento

Uma briga no Tribunal do Júri de Niterói atrasou o julgamento do tenente Daniel Benitez, acusado de ser o mentor da morte da juíza Patrícia Acioli, em agosto de 2011. A confusão começou após um familiar do réu agredir profissionais de uma equipe de reportagem (veja o vídeo abaixo). Policiais militares precisaram intervir e dominaram o homem. A audiência, marcada para as 8h, atrasou.

Segundo testemunhas, o agressor se irritou após a equipe de TV se aproximar para filmar ele e a avó de Benitez, que aguardava o início do julgamento. O homem deu socos e chutes. O tenente chegou ao local às 7h15.


Apontado como responsável pelo plano para assassinar a juíza, Benitez responde por homicídio e formação de quadrilha. Em outubro, a defesa entrou com um pedido de liberdade provisória para Daniel, mas a Justiça negou.

Também foram agendados os julgamentos dos outros acusados Claudio Luiz Silva de Oliveira, para 20 de março de 2014, e Charles Azevedo Tavares, Alex Ribeiro Pereira, Sammy dos Santos Quintanilha e Handerson Lentz Henriques da Silva, para o dia 3 de abril de 2014.


Cinco policiais militares já foram condenados: Carlos Adílio Maciel dos Santos foi sentenciado a 19 anos e seis meses de reclusão; Jefferson de Araujo Miranda recebeu pena de 26 anos de reclusão; Jovanis Falcão foi condenado a 25 anos e seis meses de reclusão; Junior Cezar de Medeiros foi sentenciado a 22 anos e seis meses de reclusão; e Sérgio Costa Júnior foi condenado a 21 anos de prisão.

Relembre o caso


A juíza Patrícia Acioli foi assassinada com 21 disparos na porta de casa no bairro de Piratininga, na região oceânica de Niterói. De acordo com denúncia do Ministério Público, a morte seria uma represália às investigações feitas pela magistrada contra PMs envolvidos em autos de resistência – quando há morte em confronto e o policial alega legítima defesa.

Ainda segundo o MP, o crime teria sido articulado pelo tenente-coronel Claudio Luiz Silva de Oliveira, ex-comandante do Batalhão de São Gonçalo, e pelo tenente Daniel Santos Benitez Lopez. 

Veja a agressão:

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