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Começa segunda parte da reconstituição do caso Amarildo

Investigadores refazem trajeto da viatura que levou o pedreiro à sede da UPP da Rocinha

Rio de Janeiro|Do R7, com Estadão Conteúdo

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Policiais tiveram rosto coberto na reconstituição da semana passada
Policiais tiveram rosto coberto na reconstituição da semana passada

Começou por volta das 20h deste domingo (8) a segunda etapa da reconstituição do sumiço de Amarildo de Souza. O pedreiro está desaparecido desde a noite de 14 de julho, quando foi conduzido por policiais militares de sua casa, na Rua 2, à sede da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da Rocinha, na localidade conhecida como Portão Vermelho, na parte alta da favela. De acordo com a Polícia Civil, a reprodução simulada deve demorar cerca de três horas.

Os investigadores da DH (Divisão de Homicídios) refazem o trajeto da viatura da PM prefixo 54-6014, que levou Amarildo do Centro de Comando e Controle (onde são monitoradas as imagens das câmeras de segurança da Rocinha) à sede da Unidade de Polícia Pacificadora.


No dia do sumiço, Amarildo e os PMs fizeram o caminho da casa do pedreiro até o Centro de Comando e Controle a pé (já que o trajeto inclui várias vielas, onde carros não passam). Realizada na semana passada, a reconstituição dessa parte durou 16 horas.

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Além do caminho entre o Centro de Comando de Controle e a sede da UPP, os policiais da DH devem refazer todo o trajeto da viatura entre a noite de 14 de julho e do dia seguinte, inclusive fora da Favela da Rocinha.

A família de Amarildo disse que não foi convidada para participar da reprodução.

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