"Frustração", diz mãe após Justiça adiar primeira audiência sobre morte de Kathlen Romeu
Cinco policiais respondem por fraude processual na ação em que grávida foi baleada no Complexo do Lins
Rio de Janeiro|Do R7, com Record TV Rio

A primeira audiência sobre a morte de Kathlen Romeu, grávida morta no Complexo do Lins, que deveria ocorrer nesta segunda-feira (11), foi adiada para o dia 16 de maio por conta de um erro da Justiça.
De acordo com informações da Record TV Rio, houve um equívoco ao formar o conselho que julgaria cinco policiais militares, entre eles um capitão, acusados de alterar a cena do crime. E o problema ocorreu justamente porque não havia oficiais de patentes superiores no grupo.
"Frustração total. Já são dez meses, e quando você pensa que vai, não acontece. Agora, vamos aguardar até o dia 16 de maio, que é a próxima. A gente espera tanto que acho que pedir calma para a família é inapropriado nesse momento. Tiram a vida em dois segundos e ficam postergando para fazer uma audiência. Enfim, só frustração e mais tristeza", disse a mãe da vítima ao Cidade Alerta RJ.
Na última sexta-feira (8), familiares fizeram um protesto em frente à sede MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), no centro, para cobrar respostas para o caso.
Kathlen Romeu morreu baleada quando visitava a família no Complexo do Lins, na zona norte do Rio, em junho de 2021. A PM afirmou que os policiais foram atacados por criminosos. A família da jovem disse que não houve confronto no momento em que ela foi atingida.















