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Grande Rio conta 200 anos de Maricá pelos olhos da cantora Maysa

Ideia da cantora falar da história da cidade veio da forte ligação dela com local

Rio de Janeiro|Do R7

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No ano passado, a Grande Rio falou dos royalties do petróleo na Sapucaí
No ano passado, a Grande Rio falou dos royalties do petróleo na Sapucaí

Com o enredo "Verdes olhos sobre o mar, no caminho Maricá", a Grande Rio vai contar a história dos 200 anos da cidade da região dos Lagos do Rio sob a visão da cantora Maysa. Fabio Ricardo está à frente da escola como carnavalesco pela primeira vez. Ele conta que quando chegou à escola o tema para o Carnaval de 2014 já estava decidido. A ideia de introduzir a artista no enredo surgiu após o início das pesquisas de desenvolvimento.

— A gente fez uma grande pesquisa de tudo o que era Maricá. A gente foi para a cidade pesquisar e aí dentro das pesquisas eu achei uma frase importante que estava em negrito que me chamou a atenção “só fui feliz em Maricá”. A partir dessa frase eu fui atrás, pesquisar quem que amava tanto uma cidade assim para chegar ao ponto de escrever isso. Descobrimos que foi a Maysa e a partir daí eu me interessei pela história dela.


A cidade também abrigou vários moradores ilustres como Darcy Ribeiro e Oscar Niemeyer, mas esse amor de Maysa pela cidade chamou a atenção do carnavalesco que decidiu falar de Maricá pela visão da cantora, como se ela estivesse contando a história.

— Eu cheguei a conclusão de que as sinopses iam ser feitas a partir de uma “carta psicografada”. Eu pensei em como esse sentimento era muito grande, a Maysa vai descrever todo o sentimento que ela tem pela cidade e através desse sentimento ela vai contar toda a história da cidade.


A partir disso, o desfile será organizado pela chegada de Maysa à cidade e depois por ela contando a história do local aos filhos de pescadores. O enredo evolui e fala da divisão das Sesmarias que englobou a região; a chegada dos Jesuítas na cidade; milagres religiosos; passagem de Charles Darwin por Maricá; escravidão; produção de alimentos; movimento hippie; e termina na década de 70, quando a artista faleceu.

Larissa Kurka, do R7

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