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Mãe e madrasta vão a júri popular por espancamento e morte da menina  Ketelen no RJ

Segundo as investigações, criança foi vítima de sessão de tortura e morreu cinco dias depois de ser levada ao hospital em abril de 2021

Rio de Janeiro|Do R7

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Ketelen, 6 anos, morreu após ser espancada
Ketelen, 6 anos, morreu após ser espancada

A Justiça decidiu que a mãe e a madrasta da menina Ketelen Vitoria da Rocha, de 6 anos, vão a júri popular. A sessão foi marcada para o dia 19 de outubro deste ano. As duas são acusadas de espancar até a morte a criança, em abril de 2021, em Porto Real, no Sul Fluminense. 

Gilmara de Farias e a companheira Brena Luane Nunes foram denunciadas pela tortura e morte de Ketelen. De acordo com as investigações, a menina foi agredida com socos, chutes, arremessos contra a parede, pisões e chicotadas, além de ter sido jogada de um barranco de cerca de 7 m de altura.


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Após ser vítima de violência durante três dias, a criança foi levada agonizante ao hospital. Ela morreu cinco dias depois. O motivo para as agressões e sessões de tortura seria o fato de Ketelen ter bebido leite sem pedir autorização à mãe e à madrasta, segundo informações do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro). 

Outra envolvida no caso recorreu da decisão da juíza Priscila Dickie Oddo, da Vara Única da Comarca de Porto Real – Quatis, de ser submetida a júri popular. A mãe de Brena, Rosangela Nunes, é acusada de ter se omitido sobre a série de agressões sofridas pela menina Ketelen.

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