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PM é suspeito de sequestro e extorsão contra comerciante

Policial era ligado a agiota que emprestou R$ 5.000 ao namorado da vítima

Rio de Janeiro|Do R7

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Mesmo depois de libertada, o policial continuou extorquindo a comerciante
Mesmo depois de libertada, o policial continuou extorquindo a comerciante

Um policial militar foi preso por suspeita de sequestrar e praticar extorsão contra uma comerciante na Baixada Fluminense. O PM Arley Alves de Oliveira trabalhava na UPP Nova Brasília e foi preso em frente à casa da comerciante.

As ameaças a Greice Kelly Castro começaram quando o ex-namorado da vítima pediu R$ 5.000 para um agiota. A dívida não foi paga e ela começou a ser cobrada.


— Foram três meses de sofrimento, de agonia, sem sossego, de ameaças. Foram os piores três meses da vida. Chegou um momento em que me senti ameaçada e coagida. Cheguei a me mudar, mas ele me achou e começou a me ameaçar. Fiquei com medo de acontecer de alguma coisa com meus filhos.

Greice procurou a polícia, mas o agente que mantinha contato com ela era ligado ao agiota. Ele criou um vínculo de amizade com a vítima e começou a cobrar R$ 500 toda semana. Quando estava recebendo uma entrega de material na sua loja, Greice foi surpreendida por homens armados que anunciaram um sequestro. Ela passou cinco dias em cativeiro.


Mesmo depois de ser libertada, o policial continuou extorquindo dinheiro da comerciante. Em acordo com a Polícia Civil, ela marcou de encontrar com ele para entregar R$ 1.000 e um ar-condicionado. Na situação, ele foi preso em flagrante. Segundo a delegada responsável pelo caso, o policial participou do sequestro.

— A gente tomou conhecimento que ela havia sido sequestrada e passou cinco dias no interior de uma favela e a razão de desaparecimento dela estaria relacionada com uma dívida.

Assista ao vídeo:

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