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Polícia pede "caixa-preta" de trens para checar versões de maquinista e controlador

Ambos mantiveram em acareação as versões apresentadas em depoimentos

Rio de Janeiro|Do R7

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O maquinista Luiz Moreira Breves (em 2º plano) prestou depoimento nesta quinta e depois participou de acareação
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Ao menos 229 pessoas ficaram feridas na batida de trens
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro pediu nesta quinta-feira (8) a gravação do diálogo entre o maquinista do trem que bateu em outro parado na estação Presidente Juscelino, em Mesquita (Baixada Fluminense), e o controlador de tráfego da SuperVia. Após acareação realizada na tarde de hoje, eles reafirmaram as versões dadas nos depoimentos.

Em depoimento à polícia nesta quinta, o maquinista afirmou que avançou o sinal com autorização do controlador de tráfego da SuperVia. Luiz Felipe Moreira Breve também afirmou que pulou do trem pouco antes da colisão.


Já o controlador de tráfego da SuperVia Fabio Oliveira Riboura disse, na quarta-feira (7), acreditar que o maquinista avançou o sinal vermelho na estação anterior a Presidente Juscelino.

Entre as estações Mesquita e Presidente Juscelino, há dois sinais. Pouco antes do acidente, ambos estavam vermelhos. O maquinista afirmou que, ao parar no primeiro sinal, recebeu a autorização para seguir e entendeu que poderia seguir direto para a estação. Já o controlador afirma que o maquinista deveria seguir até o próximo sinal vermelho.

Para o delegado Matheus Almeida, ainda não é possível falar em "falha de comunicação" sem que antes as versões sejam confrontadas com a gravação do diáologo de ambos. Segundo ele, na semana que vem, outros funcionários da SuperVia devem ser ouvidos.

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