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Polícia prende dois milicianos que extorquiam moradores e comerciantes em São João de Meriti (RJ)

Operação no morro do Pau Branco apreendeu pistola e recuperou veículo roubado e adulterado; líder do grupo está foragido

Rio de Janeiro|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Policiais da Draco-IE prenderam dois milicianos no morro do Pau Branco, em São João de Meriti.
  • Os presos, Carlos José Sá de Oliveira e Jeferson Roberto Santos Lins, são acusados de extorquir moradores e comerciantes.
  • Durante a operação, foram apreendidos uma pistola e um veículo roubado e adulterado.
  • O líder do grupo, Evandro da Costa de Souza, conhecido como "Monstrão", continua foragido.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Agentes da Draco capturaram milicianos durante cobranças na comunidade Reprodução/Polícia Civil

Policiais civis da Draco-IE (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais) prenderam, no fim da tarde de quinta-feira (10), dois homens apontados como integrantes da milícia que atua no morro do Pau Branco, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

Carlos José Sá de Oliveira, conhecido como “Bebél”, e Jeferson Roberto Santos Lins são investigados por envolvimento em extorsões contra moradores e comerciantes da região, com uso de violência, ameaças e cobranças ilegais.


Segundo as investigações, “Bebél” ocupava uma posição de destaque na estrutura criminosa e era apontado como braço direito de Evandro da Costa de Souza, o “Monstrão” ou “Vando”. Carlos José já possui registros por organização criminosa e constituição de milícia privada.

Informações do setor de inteligência da Draco indicaram que integrantes do grupo estariam realizando cobranças e extorquindo moradores e comerciantes no momento da ação.


Equipes da especializada entraram na comunidade e localizaram os dois suspeitos. Durante a prisão, os agentes apreenderam uma pistola e carregadores, além de recuperarem um veículo roubado e adulterado que estava em poder da dupla.

De acordo com a Polícia Civil, a milícia é investigada por impor taxas e explorar economicamente pessoas que vivem e trabalham na região por meio de intimidação e violência.


A prisão de “Bebél” é considerada estratégica pelos investigadores por atingir um dos principais integrantes da organização e comprometer a capacidade operacional do grupo.

“Monstrão” não foi localizado. Ele possui mandado de prisão em aberto e é considerado foragido.


As equipes da Draco continuam as buscas para capturá-lo e identificar outros envolvidos na atuação da milícia no morro do Pau Branco.

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