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Professores grevistas acampam perto da Câmara e exigem reunião com Paes

Para categoria, adesão à greve aumentou após PM ter tirado à força docentes da Casa

Rio de Janeiro|Do R7

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PMs jogaram spray de pimenta nos professores que ocupavam o plenário da Câmara Municipal
PMs jogaram spray de pimenta nos professores que ocupavam o plenário da Câmara Municipal Paulo Araújo /Agência O Dia

Os professores municipais em greve continuam nesta segunda (30) acampados do lado de fora da Câmara Municipal, após terem sido retirados à força pela PM do plenário da Casa no fim de semana.

Os docentes ocuparam a Câmara para impedir a votação de plano de carreira apresentado pelo prefeito Eduardo Paes. Os professores se organizam em forma de rodízio para manter o acampamento.


Nesta segunda, os grevistas tentam ser recebidos pelo prefeito e pelo presidente da Câmara, Jorge Felippe (PMDB). Gesa Linhares, uma das coordenadoras gerais do o Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação), diz que os professores ainda não tiveram acesso às emendas dos vereadores ao projeto.

A previsão é de que o plano seja votado na terça (1º), quando na parte da manhã os professores devem realizar uma assembleia.


Para Gesa Linhares, a reintegração de posse ampliou a adesão de professores da rede de ensino municipal à greve.

— Já tem diretora de escola que vai entregar o cargo a partir de amanhã [terça].

Nesta segunda, os professores também discutirão "a melhor forma jurídica" contra a ação da Polícia Militar. De acordo com a Mesa Diretora da Câmara, a ocupação não foi pacífica e impedia o trabalho de seus funcionários. A Mesa Diretora da Casa destacou que, como a Justiça já havia autorizado a reintegração em ocasiões recentes, um novo pedido não precisaria ser feito.

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