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Vítima de cinzeiro em protesto durante casamento não reconhece sobrinho do “Rei do Ônibus” como autor

Ruan, em seu último depoimento, diz que não viu se Daniel Barata teria atirado objeto nele

Rio de Janeiro|Do R7

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Segundo o delegado José William, Daniel não será intimado por lesão corporal e também não é mais suspeito do crime
Segundo o delegado José William, Daniel não será intimado por lesão corporal e também não é mais suspeito do crime

O manifestante Ruan Nascimento, que foi atingido na cabeça por um cinzeiro durante um protesto em frente a uma festa de casamento, em Copacabana, na zona sul, disse não ter visto Daniel Barata atirar o objeto contra ele, em depoimento à polícia. Segundo o delegado José William de Medeiros, Daniel não será intimado por lesão corporal e também não é mais suspeito do crime.

De acordo com a polícia, o caso vai continuar a ser investigado. Ruan estava entre o grupo de manifestantes que se reuniu em frente ao Hotel Copacabana Palace no momento em que ocorria a comemoração do casamento de Beatriz Barata, neta do empresário Jacob Barata - um dos principais do setor de transportes no Rio de Janeiro -, quando foi ferido, na madrugada de 14 de julho.


Os manifestantes portavam cartazes contra o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) e pediam uma CPI dos transportes. O grupo estava vestido de roupas caipiras e uma jovem vestida de noiva tentou entregar uma barata de plástico a um dos policiais, em referência ao sobrenome do empresário. A informação seria de que o governador estaria na festa, mas ele não foi visto.

A empresa de Jacob fatura cerca de R$ 2 bilhões por ano.

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