Na capital: moradores de condomínios se preocupam com aumento de furtos e roubos
Moradores que vivem em condomínios estão preocupados com o aumento de furtos e roubos nos prédios. Segundo dados da Polícia Civil, em Porto Alegre, de janeiro a agosto deste ano, os casos com emprego de violência chegam a 58. O controle de acesso pela entrada é apontado como um dos maiores problemas.
Balanço Geral RS|Do R7
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Por fora, o condomínio parece protegido: portões, câmeras, acesso facial e controle de quem entra e sai. Mas, quando uma dessas barreiras falha, o risco pode chegar até a porta de casa. O síndico Paulo Henrique Germann sabe bem disso - já precisou lidar com um caso de furto no condomínio, uma situação que fez os moradores olharem com mais atenção para quem passa pelo portão.
A tecnologia sozinha não resolve
A entrada é uma das principais barreiras de segurança do condomínio. Mas, para ela funcionar, não basta ter um portão automático ou uma câmera, é preciso saber quem está entrando e se essa pessoa foi realmente autorizada. Para o especialista em segurança, Guilherme Lermen, a tecnologia sozinha não resolve: uma credencial antiga, um visitante não confirmado ou alguém que entra "no embalo" pode abrir uma brecha. Lermen explicou como o sistema ajuda na prevenção, quais são as falhas mais comuns cometidas pelos moradores e apresentou um protocolo de segurança.
Os números do problema
Entre janeiro e julho, Porto Alegre teve mais de 18 mil registros de furtos e roubos. O delegado Rodrigo Bozzetto detalhou os dados específicos sobre condomínios e trouxe as principais orientações da polícia para reduzir o risco. No condomínio, a segurança funciona como uma corrente: tecnologia, monitoramento e procedimentos precisam estar juntos. E uma das primeiras atitudes é simples: só liberar a entrada de quem realmente foi autorizado.















