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PF bloqueia R$ 27,8 milhões em nova fase de operação contra lavagem de dinheiro

Em Pelotas, no Sul do Estado, um grupo investigado por lavagem de dinheiro teve mais de R$ 27 milhões bloqueados pela Justiça.

Cidade Alerta RS|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Justiça bloqueou R$ 27,8 milhões de um grupo investigado pela Operação Stuttgart, no Rio Grande do Sul.
  • A operação investiga uma rede de lojas de acessórios para celulares suspeita de lavagem de dinheiro.
  • Mais de 60 lojas foram investigadas na fase anterior, resultando na prisão de um empresário líder do esquema.
  • As investigações continuam com novas etapas previstas, devido à criação de empresas para disfarçar atividades ilícitas.

 

De acordo com a Polícia Federal, uma rede de lojas de celulares está envolvida no esquema.

A Polícia Federal cumpriu três mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira (11), em Pelotas. A ação faz parte da segunda fase da Operação Stuttgart, que investiga um grupo ligado a uma rede de lojas de acessórios para celulares. Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 27,8 milhões em bens e valores ligados aos investigados.


Segundo a PF, a nova fase foi realizada porque há suspeita de que o grupo continuou escondendo dinheiro e patrimônio mesmo depois da primeira operação, realizada em julho do ano passado. Na primeira etapa, os investigadores apontaram a existência de uma estrutura formada por mais de 60 empresas e lojas, e o empresário apontado como líder do grupo chegou a ser preso preventivamente, na ocasião.

Novas empresas abertas para esconder patrimônio


PF bloqueia R$ 27,8 milhões em nova fase de operação contra lavagem de dinheiro

Em Pelotas, no Sul do estado, um grupo investigado por lavagem de dinheiro teve mais de R$ 27,8 milhões bloqueados pela Justiça. Segundo a Polícia Federal, a ação faz parte da segunda fase da Operação Stuttgart, que investiga uma rede de lojas de acessórios para celulares suspeita de esconder dinheiro e patrimônio mesmo após a primeira etapa da operação, realizada em julho do ano passado, quando o líder do grupo chegou a ser preso preventivamente. Agora, mais de 50 empresas abertas em nome de outras pessoas após a primeira operação estão no foco da investigação. Durante as buscas de sexta-feira (11), os policiais apreenderam veículos, celulares e documentos, que serão analisados. A investigação, iniciada em 2023, também apura suspeitas de mercadorias irregulares, sonegação de impostos, fraudes para obtenção de empréstimos e lavagem de dinheiro.

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