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Cerca de 5.000 pessoas já se concentram no largo da Batata

Protesto estava marcado para começar às 17h desta segunda-feira (17)

São Paulo|Fernando Mellis, do R7

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Jovens se reúnem no largo da Batata e fazem últimos preparativos antes do protesto nesta segunda-feira (17)
Jovens se reúnem no largo da Batata e fazem últimos preparativos antes do protesto nesta segunda-feira (17)

Cerca de 5.000 pessoas já se concentram no largo da Batata, zona oeste de São Paulo, por volta das 17h10, desta segunda-feira (17), de acordo com a Polícia Militar. O protesto estava marcado para as 17h. O movimento é organizado pelo MPL (Movimento Passe Livre). Até o fim desta tarde mais de 230 mil pessoas haviam confirmado presença no protesto.

Esta é a quinta manifestação realizada na cidade em razão do último aumento da passagem. A última aconteceu na quinta-feira (13) e foi marcada por atos de violência e repressão policial.


Muitas pessoas carregavam faixas brancas e havia manifestantes com o corpo enrolado na bandeira do Brasil.

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No horário, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) já desviava o trânsito em algumas ruas da região. O largo da Batata estava fechado para o trânsito nos dois sentidos. Agentes da PM (Polícia Militar) era visto no local.


Falta de acordo

Nesta manhã, representantes da cúpula da segurança no Estado se encontraram com lideranças do MPL (Movimento Passe Livre). Um dos objetivos foi definir o trajeto do ato desta segunda-feira. A expectativa, dos dois lados, é que o protesto, desta vez, seja pacífico.


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Movimento Passe Livre

Os quatro protestos que pararam São Paulo, nos últimos dias, são organizados pelo Movimento Passe Livre. O MPL tem como principal bandeira a mudança do sistema de transporte das cidades da iniciativa privada para um modelo público, "garantindo o acesso universal através do passe livre para todas as camadas da população". O movimento calcula que 37 milhões de brasileiros deixam de se utilizar do transporte público por não poder arcar com o custo das passagens.

Na prática, o MPL quer que o transporte público seja gratuito. Portanto, a briga não é somente contra o aumento de R$ 0,20 na tarifa do transporte coletivo em São Paulo — de R$ 3,00 para R$ 3,20. Sua carta de princípios diz que "o MPL deve ter como perspectiva a mobilização dos jovens e trabalhadores pela expropriação do transporte coletivo, retirando-o da iniciativa privada, sem indenização, colocando-o sob o controle dos trabalhadores e da população".

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