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Haddad nega ter incentivado ato violento com sem-teto na Câmara

Prefeito subiu em carro de som do MTST, que pressiona aprovação do Plano Diretor

São Paulo|Do R7

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Manifestantes de movimentos sociais, entre eles do MTST, acamparam em frente à Câmara Municipal de São Paulo, no centro da cidade
Manifestantes de movimentos sociais, entre eles do MTST, acamparam em frente à Câmara Municipal de São Paulo, no centro da cidade

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou na manhã desta quarta-feira (30), durante a inauguração de uma UBS (Unidade Básica de Saúde) em Pedreira, na zona sul, que "a Prefeitura repudia todo ato de violência e depredação na cidade de São Paulo" e que, o fato de ter subido em um carro de som do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), na semana passada, "não contribui" com o confronto no início da noite da última terça-feira (29), na Câmara Municipal.

Cerca de 3.000 sem-teto que pressionavam a aprovação do Plano Diretor entraram em confronto com a Polícia Militar, atearam fogo em banheiros químicos e incendiaram um restaurante, após a sessão ter sido encerrada. A votação deve acontecer a partir das 15h desta quarta-feira (30).


Questionado sobre o adiamento, Haddad disse que respeita a decisão.

— A Câmara Municipal está madura. Vou respeitar a decisão dos vereadores. Nós nos solidarizamos com a Câmara e entendemos que ela tem que ter seu tempo.


Cerca de 200 sem-teto passam a noite na frente da Câmara

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