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Manifestação contra aumento de tarifa bloqueia sentido da rua Consolação

Por volta das 17h45, grupo se concentrava na região da praça do Ciclista

São Paulo|Fernando Mellis, do R7

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Protesto contra aumento de tarifa do transporte fechou avenida Paulista
Protesto contra aumento de tarifa do transporte fechou avenida Paulista Daia Oliver

A terceira grande manifestação contra o aumento da passagem do transporte público em São Paulo já bloqueava vias importantes da cidade. Por volta das 18h desta terça-feira (11), os manifestantes caminhavam pela rua da Consolação e iam no sentido centro. Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), eles bloqueavam todas as faixas no sentido centro, com exceção da faixa de ônibus.

Por volta das 17h30, o sentido Consolação da avenida Paulista também ficou interditado. O grupo se reunia na região da praça do Ciclista.


A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) recomendou que os motoristas evitassem circular pela região da avenida Paulista. O sentido Paraíso continuava liberado ao tráfego. A companhia, porém, disse que ideal era que as pessoas buscassem caminhos alternativos.

Primeiras manifestações


Com o lema “Se a tarifa aumentar, a cidade vai parar! Todo aumento é uma injustiça! Por uma vida sem catracas!”, o grupo reuniu aproximadamente 2.000 pessoas em cada uma das duas passeatas, de acordo com a PM. A primeira delas, na quinta-feira (6), começou no Teatro Municipal, no centro, e terminou na avenida Paulista. Os manifestantes entraram em confronto com a polícia e diversos atos de vandalismo foram registrados no percurso. O presidente do Sindicato dos Metroviários e outras 14 pessoas foram detidas.

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No dia seguinte, o grupo se reuniu no largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo, e partiu em caminhada pelas avenidas Brigadeiro Faria Lima e Rebouças até chegar à marginal Pinheiros. O protesto também teve momentos de tensão com a polícia, mas os atos de vandalismo não se repetiram na mesma proporção. Algumas pichações em ônibus e muros aconteceram.

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