Metrô estuda quem vai arcar com os atos de vandalismo feitos no protesto da última quinta-feira
Alguns manifestantes destruíram vidros e picharam parte de algumas estações da Linha Verde
São Paulo|Do R7

A gerência jurídica do Metrô de São Paulo está estudando quem arcará com os prejuízos causado pelos atos de vandalismo praticados no protesto desta quinta-feira (6) contra o aumento da passagem dos ônibus municipais, do próprio Metrô e dos trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).
As principais estações afetadas foram as da Linha 2 — Verde, principalmente a Brigadeiro. Houve depredação dos vidros do acesso externo ao Metrô, além de pichação.
Os estragos provocados foram feitos por parte das pessoas que protestavam contra a nova tarifa para os transportes públicos na capital paulista, que subiu de R$ 3 para R$ 3,20.
Violência e Vandalismo
A manifestação feita na noite da última quinta acabou em confronto com a Polícia Militar e 15 detidos. Entre os presos, estava o presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino de Melo Prazeres Júnior.
A polícia informou também que, durante a manifestação, além do vandalismo nas estações, houve depredação do terminal Bandeira e alguns ônibus — não foi informada a quantidade dos veículos. A área externa do Masp (Museu de Arte de São Paulo) sofreu com vandalismo e várias latas de lixo foram queimadas na avenida Paulista.
Um shopping da região também foi afetado. Paredes foram pichadas, algumas vitrines de lojas quebradas e o carro, que seria dado como prêmio a uma promoção, sofreu danos.













