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Metrô estuda quem vai arcar com os atos de vandalismo feitos no protesto da última quinta-feira

Alguns manifestantes destruíram vidros e picharam parte de algumas estações da Linha Verde

São Paulo|Do R7

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Estação Brigadeiro, da Linha 2 — Verde, foi uma das mais afetadas
Estação Brigadeiro, da Linha 2 — Verde, foi uma das mais afetadas RODRIGO PAIVA/ESTADÃO CONTEÚDO

A gerência jurídica do Metrô de São Paulo está estudando quem arcará com os prejuízos causado pelos atos de vandalismo praticados no protesto desta quinta-feira (6) contra o aumento da passagem dos ônibus municipais, do próprio Metrô e dos trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). 

As principais estações afetadas foram as da Linha 2 — Verde, principalmente a Brigadeiro. Houve depredação dos vidros do acesso externo ao Metrô, além de pichação.


Os estragos provocados foram feitos por parte das pessoas que protestavam contra a nova tarifa para os transportes públicos na capital paulista, que subiu de R$ 3 para R$ 3,20.

Violência e Vandalismo


A manifestação feita na noite da última quinta acabou em confronto com a Polícia Militar e 15 detidos. Entre os presos, estava o presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino de Melo Prazeres Júnior.

A polícia informou também que, durante a manifestação, além do vandalismo nas estações, houve depredação do terminal Bandeira e alguns ônibus — não foi informada a quantidade dos veículos. A área externa do Masp (Museu de Arte de São Paulo) sofreu com vandalismo e várias latas de lixo foram queimadas na avenida Paulista.

Um shopping da região também foi afetado. Paredes foram pichadas, algumas vitrines de lojas quebradas e o carro, que seria dado como prêmio a uma promoção, sofreu danos.

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