Operações contra o PCC atingem ‘coração da organização criminosa’, diz advogado criminal
Novas investigações do MP e da Receita revelam outros métodos de lavagem de dinheiro dos criminosos, que movimentaram quase R$ 6 bilhões
São Paulo|Do R7
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Novas investigações do Ministério Público e da Receita Federal revelam que motéis, lojas de franquias e postos de combustível eram utilizados para lavar dinheiro do crime organizado. Em quatro anos a movimentação chegou perto de R$ 6 bilhões.
Em entrevista ao Jornal da Record News desta quinta-feira (25), Raphael Blaselbauer, advogado criminalista, diz que é possível ver uma inovação nas operações da Receita, do MP e da Polícia Civil e Polícia Federal. “Eles passaram a atingir o coração da organização criminosa que é a operação financeira, a gestão financeira dela”, explica.
“Todo tipo de empresa ou de mercado que tem uma falta de regulação, uma falta de fiscalização, e todo o mercado, ou o comércio que tem uma possibilidade de um fluxo de caixa por dinheiro muito grande, como são os postos de gasolina, tendem a chamar a atenção dos criminosos”, completa Blaselbauer.
O advogado destaca ainda que a criminalidade organizada opera com dinheiro em espécie para poder mesclar, justamente, o recurso ilícito com o recurso lícito. E, então, “dentro do movimento de faturamento, podem emitir notas frias ou notas subfaturadas, justamente para que consigam reinserir esse dinheiro na economia formal”, completa.
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