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PM suspeito de embriaguez ao volante é preso por agressão no ABC

Sargento teria dado soco em escrivão de polícia. Segundo defesa, policial está em liberdade após ter sido "constatada ilegalidade no flagrante"

São Paulo|Fabíola Perez, do R7

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Sargento da Força Tática do 22º BPM é suspeito de agressão e desacato
Sargento da Força Tática do 22º BPM é suspeito de agressão e desacato

Um sargento da Companhia de Força Tática do 22º Batalhão da Polícia Militar foi preso suspeito de embriaguez ao voltante, agressão, desacato e resistência a um escrivão de polícia durante o registro de um boletim de ocorrência em São Bernando do Campo, em São Paulo, na sexta-feira (8). 

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Durante a folga, o policial militar acompanhava a mulher na Unidade de Pronto Atendimento Rudge Ramos, em São Bernardo do Campo, quando teria ocorrido um desentendimento entre a companheira e funcionários do local, devido a uma suposta demora no atendimento. Uma equipe da GCM teria sido chamada para atender o chamado.

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A ocorrência foi registrada no 2º DP (São Bernardo), onde o delegado registrou um termo circunstanciado de injúria e vias de fato pelo comportamento da mulher do policial. Durante a apresentação da ocorrência, o sargento teria se desentendido com o escrivão e dado um golpe em seu peito. 

O delegado teria, então, encaminhado o sargento ao IML para realizar exame de embriaguez, já que teria chegado à UPA dirigindo um veículo com sinais de que estaria neste estado. O sargento foi conduzido ao IML e no local teria sido constatado por um laudo pericial que o sargento estava em "estado de embriaguez".


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O delegado registrou um boletim de ocorrência por embriaguez ao volante, desacato, lesão corporal e resistência. O sargento foi autuado em flagrante e conduzido ao presídio Militar Romão Gomes. 


O R7 entrou em contato com a defesa do sargento, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem. Pelas redes sociais, porém, a defesa do policial militar informou que "após o acompanhamento em delegacia, o atendimento se estendeu até a audiência de custódia, oportunidade em que houve a concessão de liberdade provisória, haja vista a suposta vítima ter sido a responsável também pela lavratura do flagrante, portanto, constatada a ilegalidade e a ausência dos requisitos autorizadores da prisão preventiva, o policial foi imediatamente colocado em liberdade".

O R7 também entrou em contato com a Secretaria de Segurança de São Paulo. Em nota, a pasta disse que o PM foi encaminhado para audiência de custódia e foi liberado."O caso é apurado pela Polícia Militar que irá adotar os atos administrativos disciplinares contra o indiciado", finalizou o texto.

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